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cristianismo é a religião mais perseguida do mundo


O termo “cristofobia” refere-se a atos de ódio, discriminação e violência direcionados a indivíduos ou comunidades em razão de sua fé cristã. Conforme análise apresentada no livro A cristofobia no século XXI, do autor Daniel Chagas Torres, aproximadamente três em cada quatro incidentes de intolerância religiosa no mundo têm como alvo cristãos.

O fenômeno é descrito na obra como “a escolha de consciência mais mortal da atualidade”.

 Alcance Global

A perseguição se manifesta de distintas formas, desde a violência física letal em Estados autoritários ou regiões conflagradas até formas sutis de marginalização e exclusão em sociedades ocidentais. Em seu aspecto mais extremo, inclui execuções, torturas, destruição de templos e prisões arbitrárias.

Dados compilados a partir de organizações como Portas Abertas e Pew Research Center indicam que cerca de 380 milhões de cristãos vivem atualmente sob altos níveis de perseguição e discriminação.

Este número representa um em cada sete cristãos no mundo. Apenas em 2024, o relatório anual da Portas Abertas registrou 4.476 mortes de cristãos por motivos religiosos, uma média de 12 por dia, com a África Subsaariana como a região mais crítica.

World Watch List de 2025 classifica a Coreia do Norte, Somália, Líbia, Eritreia e Sudão como os cinco países onde a cristofobia é mais severa. Atualmente, 60 países são classificados com níveis de perseguição “extrema” ou “muito alta”, um aumento em relação a anos anteriores.

Cristofobia no Ocidente e Viés Midíatico

Em nações ocidentais, a hostilidade frequentemente assume contornos culturais e institucionais, caracterizados pela tentativa de remover símbolos cristãos do espaço público e pela marginalização de visões de mundo baseadas na fé. O autor descreve este fenômeno como uma “descristianização planejada”, impulsionada por um que ele define como “fanatismo laicista”.

A análise também critica uma assimetria na cobertura jornalística internacional. Conforme citado no livro, ataques contra comunidades muçulmanas geralmente recebem ampla divulgação e são enquadrados como perseguição religiosa, enquanto ataques contra cristãos são frequentemente relatados como “conflitos étnicos” ou “disputas políticas”, minimizando ou omitindo o componente religioso. Este viés, segundo o autor, contribui para a invisibilidade do fenômeno da cristofobia.

Fontes da Perseguição e Resposta

As principais fontes da perseguição são identificadas como: (1) Estados totalitários que veem o cristianismo como uma ameaça política; (2) Hostilidade social proveniente de comunidades locais; e (3) A ação de grupos extremistas e terroristas que incorporam o extermínio de cristãos em sua ideologia.

Organizações como a Portas Abertas (de origem evangélica) e a fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre monitoram e documentam a perseguição global, fornecendo assistência material e espiritual às comunidades afetadas.

A obra conclui com um apelo à conscientização e à ação conjunta, argumentando que a defesa da liberdade religiosa para os cristãos é um desafio civilizacional que diz respeito a todos os defensores dos direitos humanos, independentemente de filiação confessional. Com: Gazeta do Povo.





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