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emissora cristã alcança jovens refugiados com a fé


Em regiões marcadas por conflitos armados, êxodos em massa e um futuro incerto, uma iniciativa missionária tem utilizado as telas para semear fé entre crianças e adolescentes deslocados no Oriente Médio e Norte da África. Por meio de transmissões via satélite e forte presença digital, o ministério usa uma emissora para levar acolhimento espiritual a quem perdeu referências e lares.

O SAT-7, canal cristão que opera na região há décadas, tem conquistado espaço no coração de uma geração atingida pela guerra. A estratégia inclui interação nas redes sociais, onde jovens encontram um canal de diálogo sobre dor, perdão e fé. Muitos dos voluntários envolvidos na iniciativa carregam histórias semelhantes de deslocamento — o que confere ao trabalho uma dimensão empática e profundamente humana.

Rita el-Mounayer, dirigente do ministério, enfatiza a urgência de alcançar essa juventude: “A esperança está se esvaindo. As pessoas já não enxergam amanhã”. Para ela, o trabalho com crianças e adolescentes refugiados exige que se lembrem constantemente de que não estão invisíveis nem abandonados — especialmente em contextos de extrema vulnerabilidade.

“Deus é amor?”: as perguntas que brotam da dor

Nascida e criada no Líbano em tempos de guerra, Rita conhece na pele o significado de deixar a própria casa para trás. Apesar de não ter vivido a condição de refugiada formal, experimentou repetidos deslocamentos internos. “Naquela época, meu maior desejo era ouvir de alguém que ainda havia motivo para esperar”, relembra.

Hoje, é exatamente isso que sua equipe da emissora cristã oferece: a certeza de que em Cristo há sentido para seguir. Segundo ela, os jovens com quem conversam frequentemente levantam questões profundas.

“Eles nos perguntam: ‘Deus realmente é amor?’. ‘Precisamos perdoar quem nos feriu tanto?’. Não temos respostas prontas. Dizemos a verdade: não é simples — especialmente quando os algozes ainda estão próximos. E é justamente essa honestidade que toca essas vidas”, compartilha.

Depois do primeiro contato, geralmente via Instagram, WhatsApp ou outras plataformas, os jovens passam a ser acompanhados por uma equipe de apoio espiritual. Eles recebem oração, orientação e escuta qualificada. Quando há segurança e confiança estabelecidas, o passo seguinte é conectá-los a comunidades de fé locais — muitas vezes de forma discreta ou anônima.

Rita conclui com um pedido direto: “Estamos de joelhos, porque sabemos que os frutos não vêm de nós. Tudo é obra do Espírito Santo. Que a esperança em Cristo atravesse muros e fronteiras antes que o discurso do ódio e da radicalização se fixe nesses corações tão jovens. Se o Evangelho não chegar até eles, teremos falhado”. Com: Mission Network News.





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