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Perseguidor de cristãos, governo de Cuba cai em breve, diz Trump


Na quinta-feira, 08 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar que acredita que o governo de Cuba “está muito perto” de cair. Ele fez a declaração em entrevista a um programa de rádio conservador, ao ser questionado pelo comentarista Hugh Hewitt sobre a situação política na ilha.

Trump disse que vê a possibilidade de uma mudança iminente no governo do presidente cubano Miguel Díaz-Canel, mas não ameaçou uma intervenção direta. O presidente afirmou que “não se pode exercer muita pressão” e vinculou um eventual cenário de troca de governo à redução do apoio econômico que Havana recebia da Venezuela.

Durante a entrevista, Trump declarou que a política de pressão de seu governo sobre Cuba seguirá em vigor. No domingo, 03 de janeiro, ele já havia afirmado que o governo cubano estava “prestes a cair” e citou, como justificativa, a expectativa de que o país deixe de se beneficiar do petróleo venezuelano.

Cuba e Venezuela mantêm cooperação política e econômica desde o início dos anos 2000, após um acordo firmado no governo de Hugo Chávez. O entendimento envolveu o fornecimento de petróleo a preços reduzidos para Havana e o envio de profissionais cubanos, como médicos e professores, para programas sociais em território venezuelano.

O governo cubano informou que a operação militar realizada em Caracas no sábado, 03 de janeiro, para capturar Nicolás Maduro, deixou 32 militares cubanos mortos que atuavam em missões de cooperação entre os dois países. Trump citou a captura de Maduro ao mencionar, na entrevista, mudanças políticas e econômicas anunciadas pelos Estados Unidos envolvendo um governo interino em Caracas.

Em junho de 2025, Trump assinou um memorando para endurecer a política dos Estados Unidos em relação a Cuba, com restrições a transações financeiras diretas ou indiretas com entidades controladas pelo governo e reforço de medidas ligadas a viagens e ao turismo no país.





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